Renato Reiniger
Capa do livro O Rei da Cerveja - Uma aventura na primeira Oktoberfest
Ficção Histórica / Fantasia / Comédia

O Rei da Cerveja

Uma aventura na primeira Oktoberfest

As origens reais da festividade sob uma ótica pop, ágil e bem-humorada de Renato Reiniger.

Autor Renato Reiniger
ISBN 978-65-02-39553-0
Extensão Aprox. 7.700 palavras
Ambientação Munique, 1810

Chamada (Logline)

"Após entrar em um barril por desafio de amigos em uma Oktoberfest atual, um jovem acorda na Munique de 1810, semanas antes do casamento real que originou a festividade. Ele tem apenas um smartphone — com internet que só funciona perto do barril que o trouxe do futuro — e um pacto com o Diabo para manter a bateria carregada. Com todo o conhecimento do mundo em suas mãos, ele vai revolucionar o negócio de uma cervejaria à beira da falência e realizar o sonho de participar, em grande estilo, do que viria a ser a primeira Oktoberfest da história."

Ilustração de um casal com canecos de cerveja na primeira Oktoberfest em Munique, orelha do livro O Rei da Cerveja de Renato Reiniger

Ilustração original utilizada na orelha do livro: evocando o clima da primeira Oktoberfest em Munique, 1810.

Prefácio

O que você faria se estivesse em 1810 para salvar uma cervejaria à beira da falência usando seu telefone celular?

Esta é uma história sobre uma viagem no tempo até as origens da Oktoberfest.

O início da jornada segue a mesma dinâmica de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll: Alice está sentada à beira de um lago, ao lado de sua irmã, que lê um livro sem figuras. De repente, um coelho branco passa e desperta a curiosidade de Alice, que o segue e, ao entrar na toca, cai em um mundo fantástico.

Outra referência é a lenda germânica de Gambrinus, o Rei da Cerveja. Há diversas versões da lenda, mas a usada aqui é a de um jovem aprendiz de vidraceiro que se apaixona por Flandrine, filha do dono da vidraçaria. Ao ser rejeitado, Gambrinus vai para a floresta para se enforcar e encontra o Diabo, que lhe oferece um dom infalível para conquistar a moça em troca da alma do rapaz após 30 anos.

O Diabo primeiro o transforma em um músico e dançarino espetacular, mas a jovem continua a rejeitá-lo. Diante do fracasso e do sofrimento do rapaz, o Diabo ensina a Gambrinus o segredo de fabricar cerveja com lúpulo, capaz de fazer esquecer as mágoas.

Gambrinus se torna um mestre cervejeiro de imenso sucesso, enriquece, ganha o título de “Rei da Cerveja” e supera a mágoa do amor não correspondido. Trinta anos depois, quando o Diabo retorna para cobrar a dívida, Gambrinus o embriaga com tanta cerveja que o demônio desiste de levar a alma dele.

Nesta nossa história, a lenda ganha uma adaptação mais divertida e Flandrine, em vez de ser o prêmio desejado, ganha um novo papel. Ela está presente em todos os momentos e se destaca como elemento fundamental para o desenrolar da trama.

Veja fatos históricos acontecendo enquanto é elaborado um ousado e insano plano de negócios para criar a mais famosa festa popular de cerveja do mundo.

Sinopse Completa

Beni está sentado num banco na Oktoberfest, ao lado da irmã, quando avista uma garçonete carregando canecos de cerveja e decide segui-la pela multidão. Ao perdê-la de vista, os amigos o desafiam a entrar dentro de um barril vazio e o empurram rua abaixo. Quando o barril para, Beni não está mais na festa: está numa cervejaria de Munique, no ano de 1810, confundido com Gambrinus, um aprendiz filho do taberneiro, na decadente cervejaria Bruder Benedikt. O negócio, comandado pelo velho Müller e por sua determinada filha Flandrine, está à beira da falência. Eles têm apenas 21 dias para entregar 30 barris de cerveja para o casamento do Príncipe Ludwig — o evento histórico que dará origem à Oktoberfest. Se falharem, a Coroa confiscará a propriedade.

Perdido no passado, Beni descobre duas coisas: seu smartphone ainda tem bateria e o sinal de internet funciona por proximidade com o barril temporal que o trouxe (seu "modem" particular). Porém, com a bateria nas últimas, ele é obrigado a fechar um pacto com Herr Voland — um charlatão local que é a personificação do Diabo. Em troca de "dar vida" ao aparelho, Beni penhora sua alma para dali a 30 dias.

A partir daí, a história ganha um ritmo frenético de sobrevivência e empreendedorismo histórico. Usando uma inteligência artificial no celular, Beni dita o plano de negócios e revoluciona a produção tradicional ao lado de Flandrine. Em uma sequência de jogadas rápidas, eles barganham leveduras secretas com a rival Hofbräuhaus resolvendo um problema de contaminação de barris, encomendam um termômetro científico no Instituto Matemático-Mecânico e improvisam uma calibração térmica usando o próprio corpo. Com o cronograma riscado a giz em uma tampa de barril, eles transformam a cerveja pálida em uma vibrante bebida cor de âmbar com a adição estratégica de caramelo.

Aprovados de última hora pela corte, Beni e Flandrine miram mais alto: o grande encerramento das festividades na corrida de cavalos. Eles se fecham com uma padaria local, montam um time de garçonetes ágeis e contratam uma banda improvisada, criando o primeiro grande "clima de festival" da história. No auge do sucesso e da euforia, o Diabo congela o tempo para cobrar a dívida. Em um duelo de lábia e sem nenhuma enrolação, Beni usa a retórica e o próprio smartphone para redefinir o conceito de "alma", pagando o demônio com uma caneca da cerveja recém-criada — a verdadeira fonte de vida, alegria e esperança. O Diabo aceita o pagamento, mas, frustrado por ter sido passado para trás, trapaceia: joga Beni de volta no barril. O barril rola no tempo e o protagonista desperta no presente, cara a cara com Flandrine, agora como a garçonete que havia seguido no início da história.

O Presente Ideal para quem Ama Cerveja (e Histórias Dinâmicas)

Procurando um presente criativo e certeiro para aquele amigo ou namorado que é apaixonado por cerveja? O Rei da Cerveja é a pedida perfeita — mesmo para quem não costuma ter o hábito da leitura frequente. Com uma narrativa ágil, fluida e sem "barrigas", o livro entrega uma leitura rápida e extremamente divertida.

A trama une elementos irresistíveis: a cultura cervejeira, o clima festivo da Oktoberfest, pitadas inteligentes de empreendedorismo e uma forte dinâmica de parceria. E tem detalhe importante: embora Beni seja o protagonista, Flandrine é uma co-protagonista forte e super atuante, dona de muito espaço de fala, liderança e peso nas decisões da cervejaria. Para a mulher que escolhe presentear o parceiro, o livro também celebra e evidencia esse lugar de destaque feminino na história.

Acesse o Manuscrito Completo

Disponível em múltiplos idiomas para leitura integral na web:

Sobre o Autor

Renato Reiniger é um Desenhista Industrial formado pela Escola de Belas Artes (UFRJ), roteirista e criador de conteúdo educativo. Estreou na ficção literária em 2026 com Reino de Flora - Quando o Jogo Vira, romance de ficção urbana, comédia e mistério publicado na Amazon e inscrito no Prêmio Kindle de Literatura 2026. Antes disso, dedicou anos ao roteiro de animações para treinamentos corporativos e às tirinhas educativas no projeto AriêToy, voltadas ao desenvolvimento socioemocional de crianças.

Sua trajetória é marcada por uma metodologia própria: transformar conteúdos densos — jurídicos, técnicos ou comportamentais — em narrativas simples, envolventes e fáceis de compreender, adaptando sempre a linguagem a quem ouve, e não a quem fala. O Rei da Cerveja é seu segundo romance, unindo humor, história e fantasia numa aventura sobre as origens da Oktoberfest.